
A cura que se deseja
Impressionantes casos de curas são relatados por
especialistas e estudiosos da área médica.
O oncologista Bernie Siegel, narra o caso muito curioso de
uma paciente que o procurou.
Quando recebeu o diagnóstico de que teria somente poucas
semanas de vida, pediu para consultar com Dr. Siegel.
Tentaram a princípio, demovê-la da idéia. Ela estava muito
doente, a clínica ficava muito distante, ela já tinha um
diagnóstico. Ela insistiu, conseguindo seu intento.
Dr. Siegel a examinou e lhe disse que ela chegara tarde
demais. Como médico, constatara que nem cirurgia,
nem quimioterapia poderiam curá-la.
Seu destino era mesmo a morte, a etapa final da natureza
biológica.
A mulher estava irredutível e passou a crivá-lo de
perguntas: Ela teria uma chance em dez?
Com a resposta negativa, ela foi prosseguindo com as
perguntas:
Teria uma chance em cem? Em mil? Em um milhão?
Bom, em um milhão de pacientes, é provável, falou o
especialista.
De olhos brilhando, com firmeza, ela argumentou:
Então, doutor, cuide de mim, porque eu sou essa paciente no
meio do milhão.
Dada a firmeza da mulher, ele iniciou o tratamento.
Quando foi estudar seu histórico médico, Dr. Siegel deu-se
conta que o câncer de que ela era portadora,
começara exatamente quando ela entrou em um processo
litigioso de divórcio.
Ela ficara tão triste, que desejara morrer, para se vingar
do marido.
Foi quando gerou o câncer.
Trabalhou o médico essa questão com ela: Morrer por causa de
uma pessoa?
E motivou-a. Ela se submeteu à terapia psicológica de
otimismo, enquanto fazia quimioterapia.
Resultado final: ela se curou.
O Dr. Siegel, que tem a certeza de Deus e de que o organismo
é uma máquina extraordinária,
conta que calcula o tempo de vida de seus pacientes pela
forma como eles encaram a enfermidade.
Há os que optam pela terapia psicológica, porque crêem na
vida e desejam lutar.
São os que vivem mais.
Há os que simplesmente se entregam, não desejando lutar.
São os que perdem a batalha mais rapidamente, isto é, a vida.
* * *
Se você está enfermo, se recebeu um diagnóstico de difícil
sobrevida,
não se entregue.
A morte chegará, com certeza, pois nenhum ser vivo a ela
escapa.
Mas poderá chegar mais tarde. E sem tantos traumas.
Encare a enfermidade e decida-se por viver o melhor
possível, emocionalmente falando.
Ame-se, ame aos que o cercam, ame a vida.
Não importa o tratamento a que você se submeta,
ele terá
total, parcial ou nenhuma eficácia, conforme o deseje você.
Pense nisso e decida o que almeja para si.
Baseado no cap. 25 do
livro Um encontro com Jesus
compilado por Délcio Carlos Carvalho, ed. Leal.

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